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outubro 4, 2010 |
Presidente que fechou Cooperativa concede entrevista
Data: 20.10.2010 – Fonte: CQCS
Entrevista Antônio Ferreira / Presidente do SINCOR- SE
“O Sincor tem feito um trabalho e já alcançamos a primeira vitória que foi a de conseguir fechar uma cooperativa”
CQCS – Que tipos de riscos essas Cooperativas podem trazer para o consumidor?
AF – São instituições não regulamentadas pela Susep que não possuem exigências de reserva legal de recursos. Na realidade elas não são Cooperativas elas são sociedades limitadas, geralmente possuem apenas um dono, normalmente se instalam em municípios pequenos.Colocando as pessoas em risco, sem nenhum tipo de segurança.
CQCS - Em sua opinião essas Cooperativas tem um público alvo?
AF – Caminhoneiros, usuários de veículos de automóveis, taxistas que tem associações na mesma linha.
CQCS – Alguns Corretores acusam a Susep, Fenacor, enfim esses órgãos que são responsáveis pela fiscalização, de não tomarem as medidas necessárias, o que o senhor tem a dizer sobre isso?
AF – Entramos com um processo com apoio do Ministério Público e já saiu a 1ª sentença, que foi o fechamento de uma Cooperativa. Acho injusto esse julgamento precipitado, a Susep, tem feito todo um trabalho, temos também uma justiça que as coisas não são rápidas da forma como queremos. Mas tenho certeza que eles estão atentos, temos acompanhado.
CQCS – O que o Sindicato de Sergipe tem feito para coibir essas Cooperativas?
AF – O Sincor tem feito um trabalho e já alcançamos a primeira vitória que foi a de conseguir fechar uma cooperativa
CQCS – Muitas pessoas deixariam de contratar esse tipo de serviço, se fosse veiculado na mídia? (Pergunto isso por que muitas pessoas acabam adquirindo sem o devido conhecimento.)
AF – Eu acho que precisa existir uma campanha de conscientização, as pessoas precisam saber sobre os seus direitos, isso evitaria a colocação de patrimônios em risco.
CQCS – Porque essas cooperativas conseguem sobreviver, segundo dados elas já estão a 6 anos no mercado, como o senhor explicaria a proliferação dessas cooperativas?
AF – Apesar de existirem as normas, essas instituições conseguem sobreviver por conta dos preços que elas cobram.
Lembre-se quando for fazer um seguro ou previdência privada, procure uma corretora de seguros regulamentada em órgãos federais, procure saber sobre a história da corretora e sobre seu dirigentes.
Fazer seguro em cooperativas é ilegal e pode de dar um enorme prejuizo!
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Deputado propõe cobertura obrigatória para danos materiais
05/07/2010 – O deputado federal Dr. Rosinha (PT /PR) apresentou projeto de lei que altera a Lei 6.194, de 19 de dezembro de 1974, que dispõe sobre seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, ou por sua carga, a pessoas transportadas ou não (Dpvat). Em linhas gerais, o parlamentar propôs uma nova cobertura obrigatória, para os danos materiais causados a terceiros. Pela proposta, a cobertura de danos materiais terá um limite de R$10 mil.
Além disso, é sugerido que as indenizações por danos materiais causados a terceiros sejam pagas independentemente da responsabilidade que for apurada em ação judicial contra o causador do dano, cabendo à seguradora o direito de regresso contra o responsável.
Segundo o deputado, a contratação do “seguro contra terceiros” é facultativa e muitos proprietários de veículos não o contratam. Com isso, surgem muitose problemas em caso de acidente, “visto que a maioria não dispõe de recursos financeiros suficientes para cobrir os danos causados aos terceiros envolvidos”.
Ele lembra ainda que, por força da Lei 6.194,, os proprietários de veículos são obrigados a contratar apenas o Dpvat. “Visto que o seguro de responsabilidade civil garante a tranqüilidade financeira no momento de um acidente, entendemos que seria bastante razoável torná-lo igualmente obrigatório. Cremos que não seria necessária uma cobertura de danos corporais, uma vez que esses já estão atendidos pelo Dpvat, restando apenas cobertura obrigatória de danos materiais”, argumenta o parlamentar. Ele propõe ainda que, tal como acontece hoje em relação ao Dpvat, a emissão do certificado anual de licenciamento estaria condicionada ao pagamento do prêmio do novo seguro. O proprietário do veículo flagrado sem esse documento, ficaria sujeito a multa e retenção do veículo até a regularização da situação.
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Não era para ser assim. Segundo a polícia, o caminhoneiro Paul Wayne Guillory armou um plano junto a seu amigo para forjar um acidente e conseguir a grana do seguro.
A ideia era que o caminhão fosse atingido em uma rodovia por uma peça de trailer. Por ironia do destino, Guillory, acidentalmente, bateu a cabeça na guia da estrada e morreu.
A família desmente a tentativa de fraude, mas segundo os oficiais, o parceiro de Guillory teria fugido em um modelo esportivo após alertar sobre o incidente envolvendo o amigo.
Ford lança seguro promocional para o New Fiesta.
A Ford preparou um atrativo para o lançamento do novo carro global: o seguro promocional. Criado em parceria com a Ford Credit e a Mapfre Seguros, o Seguro Promocional New Fiesta oferece uma série de vantagens para o cliente, com benefícios e coberturas especiais.
Para começar, ele não exige perfil do consumidor. Em caso de indenização integral, o cliente recebe o valor correspondente ao veículo zero (Tabela Fipe), e não o valor referente ao semi-novo, durante os 12 meses iniciais da vigência. Além disso, em caso de sinistro, ele conta com 10 dias de carro reserva com ar- condicionado e a garantia de reparos feitos com peças originais em um distribuidor Ford. A apólice inclui também cobertura de danos materiais e corporais de R$ 80.000 cada e cobertura de danos morais de R$ 5.000. Para completar, o Seguro Promocional New Fiesta oferece desconto na franquia igual ao bônus do cliente, uma central exclusiva de atendimento aos clientes Seguros Ford e a possibilidade de parcelar o pagamento em seis vezes sem juros no débito em conta corrente. “O New Fiesta é um carro especial e merece uma cobertura de seguro igualmente diferenciada. Criamos este produto com vantagens exclusivas para que o cliente saia do distribuidor Ford plenamente satisfeito e com a certeza de estar protegido”, diz Fernanda Luca, supervisora de Marketing da Ford Credit. Segundo ela, em caso de indenização integral, o segurado receberá o valor do veículo zero, como consta na Tabela Fipe, garantindo assim a reposição do produto por um novo. “Além do financiamento facilitado, o seguro promocional cria condições para que mais pessoas possam ter o prazer de adquirir o New Fiesta, com economia e a confiança do Programa Seguros Ford”.
Fonte: Ford do Brasil




